22 de agosto de 2013

Hoje lembrei-me...


...que tirando as recentes adaptações do Batman, não há como me convencerem a ver um filme baseado em banda-desenhada...pronto, haver até há, mas será difícil...
Claro que existem sempre excepções e diria que no caso do Dredd a beleza do slow motion acabou por me convencer...estranho eu sei!?! 


Portanto, e muito resumidamente a acção decorre num futuro um tanto ou quanto desolador, sangrento e visualmente pouco atractivo. Ainda assim, a beleza de tudo aquilo está na chamada slo-mo, uma droga que provoca a quem a consome, uma espécie de atraso momentâneo do tempo...filme britânico por estranho que posso parecer, possui uma beleza hiptonizante graças ao efeito de slow motion dado pela câmara phantom, e que foi capaz de me levar a esquecer o facto do actor principal ser o sniper responsável pela morte da Marie, no Bourne!!!
Com uma história típica para um action movie, onde o bem tenta aniquilar o mal e que neste caso, eu diria, que de uma forma bem nua e crua, tendo em conta alguma da violência das imagens, que são de certa forma "atenuadas" com toda a técnica de filmagem e o efeito slow motion.
Neste filme fiquei fã da senhora Lena Headey conhecida, pelo menos para mim, por ser a mãe de Connor, numa série que nem lhe deitei o olho, pois não há quem me convença a ver alguma possível adaptação do Terminator, mas que neste filme, tem aquilo a que chamo de um ganda papelão...a senhora está fantástica e é sem dúvida a minha favorita em todo o filme!!
Para concluir esta conversa, e se por alguma razão estão com duvidas o que é compreensível, eu diria, e aqui a parafrasear um antigo professor, o filme vale aquilo que vale, não irá com certeza revolucionar os vossos sentidos, muito menos ganhar um Oscar, mas tem acção que nunca, mas nunca mais acaba, portanto, com sono não irão ficar, e beleza visual capaz de nos deixar de boca aberta...

Fiquem bem.

...



Sem comentários:

Enviar um comentário

Obrigada pela visita e comentário...